SAUDADE DAS MONOQUILHAS.

POR: KIKO BUNGUS

SAUDADE DAS MONOQUILHAS

Hoje bateu a nostalgia forte e o filme do meu início no surf e do apego a essa grande paixão passou todinho na minha mente.


Eu tinha 12 anos e era verão de 79 pra 80 em Porto Belo, onde meus pais tinham uma casa de praia até pouco tempo e onde passávamos todos os verões, férias de meio de ano e finais de semana desde que nasci.


Nessa época já fazia tempo que P.B era um reduto de hippies, velejadores de todas as partes do mundo e artistas de várias matizes (Vera Fischer passava as férias ali em uma casa perto da nossa).


Havia uma família de americanos velejadores nossos vizinhos, se tornaram amigos e que passavam a temporada lá.


O pai e irmão mais velho de meu amigo Cleidioneida (referência a termos que ele usava pra tratar o cachorro dele chamado Klaid e que não entendíamos) surfavam com frequência.

Claidioneida começou a surfar e me convidou pra ir junto. Foi paixão a primeira subida na prancha, no caso uma GLEDSON monoquilha com furo na quilha pra por o leash (eles tinham leashs, mas na época nós brasileiros pobres usávamos soro daqueles de medir pressão).

SAUDADE DAS MONOQUILHAS.
SAUDADE DAS MONOQUILHAS.

Eles acabaram me dando essa prancha porque não gostavam da qualidade e ela tinha uma bolha que tomava toda a parte de cima, dificultando o surf, uma vez que tinham pranchas muito melhores trazidas dos Estados Unidos.


Eu deixava essa prancha escondida num estábulo/barraco nos fundos do terreno atrás da nossa casa porque, como todos sabem, naquela época surfistas eram considerados uma versão praieira de delinquentes maconheiros e irresponsáveis.


Eu era tão vidrado no surf quanto na aventura de ir atrás das ondas e torcíamos pra ter surf em Bombas pra não ter o perrengue de ir até 4 Ilhas naqueles tempos pré Submarino Amarelo (Bar do Hermes de Brusque e irmãos, construído mais tarde). Ir pra Mariscal era quase impossível por conta do morro íngreme e caminho ruim!


Certa vez levei com a rabeta pouco acima do olho, por causa do leash/soro muito elástico e isso assustou meus pais que ficaram sabendo como ocorreu.

Foi o fim da minha GLEDSON que sumiu “misteriosamente” pouco depois.

Levei 3 anos pra conseguir comprar outra prancha, mas minha paixão pelas monoquilhas e pela GLEDSON nunca passou.


Virou uma separação traumática que dói até hoje!

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